PROLIVE – EQUILÍBRIO DA FLORA VAGINAL

Os órgãos urogenitais das mulheres se comunicam com meio externo ao organismo, através da vagina uretra. Para evitar infecções e outras doenças, o organismo precisa de um sistema de defesa bastante eficaz.

Para isso, as células da vaginal ajudam nessa proteção através do sistema imune inato e adquirido, além da produção de muco que cobre a superfície interna da vagina e colo uterino, servindo de armadilha para agentes infecciosos.

Mesmo assim, é de suma importância a parceria indiscutível estabelecida com os micro-organismos que participam da flora vaginal normal da mulher.

As bactérias desse ecossistema são pequenas no tamanho, mas de enorme relevância na defesa orgânica contra agentes infecciosos. Só o sistema imunológico do organismo não seria suficiente para uma defesa eficaz, sem a presença da microbiota vaginal.

Vivemos rodeados por micro-organismos, mas também precisamos deles para nossa defesa. As bactérias da flora vaginal que trabalham nessa defesa têm a capacidade de se adaptarem, de forma constante e rápida às oscilações das condições ambientais, e ainda modular as defesas imunológicas, com efeitos em diversas células envolvidas na imunidade inata e adquirida.

A predominância dos Lactobacillus na microflora vaginal protege a mulher contra algumas infecções.

Mas várias bactérias, ruins para essa flora são ainda capazes de coexistir com esses organismos, dentre os quais a Gardnerella vaginalis, um micro-organismo associado à vaginose bacteriana , que dá um odor fétido ,característico,que pode ser detectado convivendo na mesma flora contendo Lactobacillus.
Dessa forma, a Gardnerella vaginalis é considerada um constituinte natural da microflora vaginal.

Além disso, a Candida albicans, que dá aquela coceira vaginal e irritação externa , um fungo, pode estar presentes em mulheres assintomáticas em 20% dos casos.Nessa dinâmica,a diversidade da flora vaginal saudável envolve o equilíbrio que pode trocar de direção entre saúde e doença,dependendo de vários fatores.

Mas o processo é competitivo e prossegue de forma ininterrupta e a predominância de Lactobacillus fica comprometida dependendo de situações como : alimentação irregular, períodos prolongados de jejum, excesso de alimentos cítricos ,cirurgias vaginais,roupas justas e de tecidos artificiais , gestação,relações sexuais mais freqüentes e intensas ,fumo,estresse,uso de contraceptivos,duchas vaginais em demasia ,desodorantes íntimos,uso de absorvente íntimo diário , deixando de haver transpiração normal ,obesidade , alteração da flora depois de tratamentos com antibióticos para diversas situações , medicações vaginais e imunossupressivas.

Durante as fases da pré-menstruação e da menstruação, a quantidade de Lactobacillus é menor, enquanto a quantidade de outras bactérias, como a Gardnerella vaginalis, e a Candida albicans, aumenta, por isso, sintomas maiores pré menstruais.

Com a diminuição dos estrogênios na pós-menopausa, há uma redução dos Lactobacillus na vagina, ficando a mulher mais susceptível a infecções geniturinárias e desequilíbrio da flora, necessitando assim de reposição do hormônio feminino local, assim que percebe ressecamento vaginal, junto com início dos primeiros sintomas da menopausa.
Já é antigo o conhecimento de que a presença de Lactobacillus na flora vaginal é importante na manutenção do ph ácido, para promover saúde e evitar doenças.
Contudo, micro-organismos nocivos (Gardnerella vaginalis, Candida albicans, E.coli entre outros) podem fazer parte desse trajeto.
Por isso que a origem retal desses micro-organismos é causa freqüente de infecções urinárias, vaginose bacteriana e candidíase vulvovaginal.

Nessas situações, o uso de cepas de Lactobacillus probióticos – PROLIVE -por via oral pode disponibilizar os Lactobacillus adicionais, para a prevenção de doenças, além de interferir no processo em que patógenos emergem do intestino na direção da vagina.

Se considerarmos esses fatos, veremos que a saúde urogenital começa com um trato digestivo saudável. Aliás, com o aumento do consumo de alimentos processados em nossa civilização moderna, os micro-organismos patogênicos tendem a proliferar mais do que bactérias probióticas.

Nesse raciocínio, não é nenhum absurdo postular que o aumento do consume de alimentos saudáveis ricos em fibras, como legumes, verduras, frutas e cereais integrais, ajuda na manutenção de uma flora intestinal saudável. Essa atitude vai proporcionar diminuição na concentração de micro-organismos nocivos que migram do trato digestivo para a vagina. Portanto, a composição da dieta pode contribuir para o equilíbrio da flora vaginal.

PROLIVE – DIMINUI INFECÇÃO URINÁRIA DE REPETIÇÃO

Estudos mais recentes enfatizam que a Escherichia coli é responsável por 70% das infecções urinárias não complicadas e com 50% das infecções urinárias complicadas, sendo que a vasta maioria dessas infecções é causada por cepas originadas das próprias fezes da mulher. O aumento da prevalência de E.coli no reto promove freqüente contato urogenital, favorece a presença dessa bactéria na flora vaginal e subseqüente infecção urinária.

Se houver alguma ocorrência de desequilíbrio da flora vaginal, as E.coli podem se desenvolver e se tornarem patogênicas. Nessas situações a ingestão de cápsulas de probióticos de Lactobacillus PROLIVE, reduz as recorrências de infecções urinárias, por impedir o desenvolvimento de cepas agressiva da E.COLI tanto no intestino, quanto no trato urogenital.

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